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Tecnologia da Usinagem dos Materiais


Anselmo Eduardo Diniz



272 páginas - 8ª edição - 2013


ISBN: 8587296019


Formato: 17 x 24


Referência: ART-01-9


R$64,00       


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Em seus primeiros dois capítulos, Tecnologia da usinagem dos materiais, apresenta resumos das normas brasileiras de Movimentos e Grandezas de Usinagem (capítulo 1) e Geometria da Ferramenta (capítulo 2), para que desde o início se estabeleça o vocabulário técnico que vai ser utilizado no transcorrer do livro. No terceiro capítulo, é apresentada a fenomenologia de formação do cavaco e de geração de calor na usinagem. Nos capítulos 4, 6 e 7 discorre-se sobre todas as influências e fenômenos relativos aos esforços de usinagem, desgaste e vida da ferramenta e rugosidade da peça. Antes de se começar a falar sobre desgaste e vida da ferramenta (capítulos 6 e 7), aborda-se o tema “Materiais para Ferramentas” (Capítulo 5), pois o conhecimento das propriedades do material da ferramenta é fundamental para que se entenda os mecanismos de desgaste. No capítulo 8, discorre-se sobre toda a metodologia para definição das condições econômicas de usinagem. No capítulo 9, dá-se atenção especial ao material da peça em usinagem, e comenta-se sobre a relação das características do material e parâmetros como força de usinagem, desgaste da ferramenta e rugosidade da peça. No capítulo 10, é a vez de se abordar os fluidos de corte. Como na maioria dos exemplos utilizados nos capítulos anteriores, a operação de torneamento foi a mais utilizada, nos capítulos 11, 12 e 13 aplica-se todo o conhecimento adquirido até aqui nas operações de furação (capítulo 11), fresamento (capítulo 12) e retificação (capítulo 13).

CAPÍTULO 1 - MOVIMENTOS E GRANDEZAS NOS PROCESSOS DE USINAGEM

1.1 - Movimentos na usinagem

1.2 - Conceitos auxiliares

1.3 - Superfícies definidas sobre a peça

1.4 - Grandezas de avanço

1.5 - Grandezas de penetração

1.6 - Grandezas de corte

1.7 - Análise simplificada das grandezas



CAPÍTULO 2 - GEOMETRIA DA CUNHA DE CORTE

2.1 - Partes construtivas de uma ferramenta

2.2 - Sistemas de referência

2.3 - Ângulos da parte de corte

2.4 - Relação entre ângulos da ferramenta



CAPÍTULO 3 - MECANISMO DE FORMAÇÃO DO CAVACO

3.1 - A interface cavaco-ferramenta

3.2 - Controle da forma do cavaco

3.3 - Temperatura de corte



CAPÍTULO 4 - FORÇAS E POTÊNCIAS DE CORTE

4.1 - Forças durante a usinagem

4.2 - Potências de usinagem

4.3 - Variação da força de corte com as condições de trabalho

4.4 - Cálculo da pressão específica de corte (Ks4.5 - Fatores que influenciam as
forças de avanço e de profundidade



CAPÍTULO 5 - MATERIAIS PARA FERRAMENTAS

5.1 - Introdução

5.2 - Descrição dos materiais para ferramentas



CAPÍTULO 6 - AVARIAS E DESGASTES DA FERRAMENTA

6.1 - Medição dos desgastes da ferramenta

6.2 - Mecanismos causadores do desgaste da ferramenta



CAPÍTULO 7 - DESGASTE E VIDA DA FERRAMENTA

7.1 - Fatores de influência no desgaste e vida da ferramenta

7.2 - Fatores de influência na rugosidade da peça

7.3 - Curva de vida da ferramenta

7.4 - Escolha do avanço, da profundidade de usinagem e da velocidade de corte



CAPÍTULO 8 - ANÁLISE DAS CONDIÇÕES ECONÔMICAS DE USINAGEM

8.1 - Ciclos e tempos de usinagem

8.2 - Custos de produção

8.3 - Intervalo de máxima eficiência



CAPÍTULO 9 - USINABILIDADE DOS MATERIAIS

9.1 - Ensaios de usinabilidade

9.2 - A usinabilidade e as propriedades do material

9.3 - Fatores metalúrgicos que afetam a usinabilidade das ligas de alumínio

9.4 - Fatores metalúrgicos que afetam a usinabilidade dos aços

9.5 - Fatores metalúrgicos que afetam a usinabilidade dos ferros fundidos



CAPÍTULO 10 - FLUIDOS DE CORTE

10.1 - Funções do fluido de corte

10.2 - Classificação dos fluidos de corte

10.3 - Seleção do fluido de corte

10.4 - Usinagem sem fluido de corte e/ou com mínima quantidade de fluido
(MQF)



CAPÍTULO 11 - FURAÇÃO

11.1 - Introdução

11.2 - Formas construtivas das brocas helicoidais

11.3 - Afiação das brocas helicoidais

11.4 - Características da formação do cavaco na furação

11.5 - Forças e potências de corte na furação

11.6 - Resistência de uma broca helicoidal e avanço máximo permissível

11.7 - Brocas especiais para furos longos



CAPÍTULO 12 - FRESAMENTO

12.1 - Tipos fundamentais de fresamento

12.2 - Formas de cavaco

12.3 - Algumas considerações sobre o fresamento tangencial de dentes
inclinados

12.4 - Algumas considerações sobre o fresamento frontal

12.5 - Desgastes da ferramenta no fresamento

12.6 - Escolha das condições de usinagem e do número de dentes da fresa

12.7 - Cálculo da potência de corte

12.8 - Acabamento de superfícies fresadas

12.9 - A utilização de quebra-cavacos em fresamento



CAPÍTULO 13 – PROCESSO DE RETIFICAÇÃO

13.1 - Introdução

13.2 - Classificação e descrição dos processos

13.3 - Características do rebolo

13.4 - Fatores de influência na seleção das características do rebolo

13.5 - Algumas características do processo de retificação

13.6 - Parâmetros de caracterização do processo de retificação e suas influências nos esforços de corte e na vida do rebolo

13.7 - Vida, desgaste e agressividade do rebolo

13.8 - A operação de faiscamento do rebolo

Anselmo Eduardo Diniz - Prof. Dr. Anselmo Eduardo Diniz, Engenheiro Mecânico graduado pela Unicamp em 1982, onde também fez mestrado e doutorado, pós-doutoramento na University of Califórnia at Barkeley, EUA, em 1990/1991. Desde 1983 é professor da Faculdade de Engenharia Mecânica da Unicamp.


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